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À boleia do primeiro estudo sobre veneno de abelha com amostras portuguesas (ver aqui), que demonstrou o amplo potencial bioativo e as propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e citotóxicas, deixamos algumas pistas sobre esta substância:

O que é?

A apitoxina é o veneno produzido pelas abelhas, um composto químico complexo, rico em substâncias proteicas e com efeito farmacológico. O veneno de abelha ou apitoxina é uma ferramenta única no reino animal e possui um papel primordial de defesa para a colmeia. O veneno de abelha é produzido na glândula do veneno das abelhas (Apis mellifera) que se localiza na cavidade abdominal, sendo uma mistura complexa de vários compostos responsáveis pela proteção das abelhas contra uma ampla diversidade de predadores e de outros artrópodes ou vertebrados. O veneno de abelha é um produto apícola que tem sido utilizado desde os tempos ancestrais para múltiplas finalidades, nomeadamente na apiterapia. Trata-se de uma mistura complexa de substâncias que lhe conferem propriedades bioativas. O veneno de abelha apresenta na sua composição proteínas, enzimas, aminoácidos e lipídios. Esta substância revela ainda um potencial farmacológico com efeito anti-inflamatório, cicatrizante, neuroprotetor, antitumoral e analgésico.

Em que é usado?

O veneno de abelha tem sido usado como medicamento para tratar infeções inflamatórias crónicas (artrite, reumatismo e dor nas costas) e doenças de pele. Os compostos individuais do veneno de abelha têm demonstrado as mesmas propriedades, como é o caso do péptido desgranulador de mastócitos, da MEL e da PLA2, que possuem capacidade para reduzir as citocinas pró-inflamatórias e outros mediadores de inflamação.

Abelhas a entrar numa Colmeia, Veneno de Abelha

O veneno de abelha na imprensa

Em setembro, a revista Sábado deu conta de que cientistas australianos descobriram que um composto no veneno que é injetado pelo ferrão destes insetos, a melitina, é capaz de matar alguns tipos de células cancerígenas. “O estudo do Instituto Harry Perkins para a Investigação Médica, na Austrália, foi publicado na revista Nature Precision Oncology. Vem provar que o veneno das abelhas, cuja eficácia no tratamento de outros tipo de cancro já havia sido testada com sucesso, é uma ferramenta que pode ser desenvolvida para lutar contra o cancro da mama, o tipo de cancro que mais afeta mulheres em todo o mundo”, pode ler-se no artigo.

Em 2013, os jornais portugueses já estavam atentos ao fenómeno das abelhas e, consequentemente, do veneno delas. “Os mais antigos estão habituados a extrair o mel das colmeias, mas há muito mais potencialidades na produção das abelhas”, pode ler-se neste artigo do Diário de Notícias. “A criação de rainhas e de enxames é um mercado lucrativo, porque há cada vez mais gente a querer investir no setor. Depois há a extração de mel, cera, pólen e própolis, que é usada sobretudo nos fármacos. A geleia real, uma secreção com que as obreiras alimentam as larvas, tem várias aplicações no campo da saúde e estudos recentes apontam que o próprio veneno, a apitoxina, é eficaz na terapêutica do HIV. Estas potencialidades, no entanto, são sobretudo exploradas pelos grandes apicultores.”

As virtudes deste elemento vão mais longe e podem ajudar de outra maneira. O ano passado, no Brasil, investigadores de São Paulo criaram um biossensor para detetar bactérias em alimentos e bebidas recorrendo a uma molécula presente no veneno do ferrão da abelha, explica este artigo do G1. E o que fizeram estes investigadores? Uniram a melitina, um peptídeo extraído do ferrão de abelhas que interage especificamente com bactérias e nanopartículas de ferro, o que permite atrair as bactérias por meio de um íman.

Apesar de haver alguns registos de alguns casos de alergia pelo recurso a esta substância, nos nossos produtos da Quinta das Tílias o risco é ínfimo porque a quantidade da apitoxina usada é muito reduzida, isto mesmo sabendo que o veneno de abelha é muito potente. Como noutro creme qualquer, há sempre risco de alergia. O nosso bálsamo de veneno de abelha, no qual trabalhamos há pelo menos 20 anos, não regista qualquer caso de alergia. Recomendamos, ainda assim, o uso localizado e, como qualquer creme ou produto a usar pela primeira vez, convém fazer um teste que consiste em colocar um pouco na zona do pulso e acompanhar a reação do organismo.

Conheça estes produtos:

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16,00

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