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	<title>Arquivo de Vídeo | Quinta das Tílias</title>
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	<description>Somos apicultores e especialistas em levar o melhor das abelhas até si.</description>
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		<title>Porque precisamos de abelhas saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 17:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O mundo das abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas saudáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando as abelhas sobrevoam à nossa volta há um sentimento e, em muitos casos, uma banda sonora que se insurge: o assobio. Dizem que as afasta, certo? Temos medo de ser picados, quando, ironicamente, essa imprudência lhes roubaria a vida. Há um respeito irreflectido por aquele insecto que se veste de amarelo e preto todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quando as abelhas sobrevoam à nossa volta há um sentimento e, em muitos casos, uma banda sonora que se insurge: o assobio. Dizem que as afasta, certo?</h2>
<p><em><strong>Temos medo de ser picados, quando, ironicamente, essa imprudência lhes roubaria a vida.</strong></em> Há um respeito irreflectido por aquele insecto que se veste de amarelo e preto todos os dias para ir para o trabalho. Mas e se estamos a ser injustos? E se não olhamos para as abelhas como deveríamos, como heróis improváveis e silenciosos que estão a desaparecer? E se devíamos cuidar delas para o nosso bem?</p>
<p>Noah Wilson-Rich, um homem que fez um doutoramento a estudar a saúde das abelhas, quer que olhemos para elas com outros olhos, mais melosos quem sabe. Afinal, diz, “dependemos das abelhas para a polinização e, mais recentemente, como um bem económico”. E há algo que intriga este norte-americano: “Estão a desaparecer, nem se vêem abelhas mortas no chão. É bizarro. Desapareceram.” Esta e outras ideias moram na TED Talk em baixo, que aconteceu em 2012, em Boston, nos Estados Unidos.</p>
<p><iframe title="Every city needs healthy honey bees - Noah Wilson-Rich" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/DwGoZA8ZpHo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-size: 16px;">Noah fazia então uma relação directa entre o aumento dos preços de 130 vegetais e frutos e o desaparecimento das abelhas. Ou seja, se há menos abelhas, há menos polinização, o que vai levar obrigatoriamente a problemas nas culturas. </span><strong style="font-size: 16px;"><em>“Pensem nos benefícios das abelhas e porque são uma coisa maravilhosa”</em></strong><span style="font-size: 16px;">, desafiava a audiência, lembrando que são as abelhas que dão alma a muitos alimentos que conhecemos. De acordo com os números da empresa que Noah Wilson-Rich fundou, a Best Bees Company, as abelhas têm diferentes sortes no inverno dependendo se estavam na cidade (62% sobreviviam) e no campo (40%).</span></p>
<p>O desaparecimento das colónias e colmeias, muitas delas por responsabilidade do parasita varroa, é um “grande desafio dos nossos tempos”, explica este biólogo que se aventura na recolha de dados sobre a saúde das abelhas, vacinando-as até, reforçando-lhes o sistema imunitário. A sua empresa ajuda clientes a entenderem a importância de abrirem os seus telhados e terraços para as abelhas. De acordo com os dados da apresentação, os problemas começaram em 1968, quando a varroa estava praticamente em toda a Ásia, castigando severamente o trabalho das abelhas; em 1971 já se espalhara pela Europa e América do Sul; no anos 80, especialmente em 1987, chegou finalmente aos Estados Unidos. “Muitos de nós lembra-se de, em criança, sermos picados por uma abelha. Víamos abelhas nas flores&#8230; Pensem nos miúdos de hoje: a infância é diferente, já não experienciam isso. As abelhas já não andam por aí. “Precisamos das abelhas e elas estão a desaparecer, é um problema. Temos de as levar aos locais onde elas prosperam”, reforça.</p>
<p>Noah deixou ainda um apontamento curioso sobre uma realidade pouco debatida: as colmeias urbanas. “Paris tem sido um modelo fantástico para a apicultura urbana, puseram até colmeias no telhado do edifício da Ópera. Em Londres estão muito avançados no uso dos telhados verdes e colmeias integradas.” Em sentido contrário destacou Nova Iorque, onde a apicultura era ilegal até 2010. “Como íamos polinizar todos os jardins locais? Com as mãos?”</p>
<p>Sobre as picadas, a desculpa para arrancar este texto, Noah descansa-nos: <em><strong>“Se não forem uma flor, as abelhas não vos ligam ne</strong></em><em><strong>nhuma”.</strong></em></p>
<h2><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-546 size-full" src="https://quintadastilias.com/wp-content/uploads/2020/10/Banner_Blogpost_QdT_2020.10.27-1.jpg" alt="Abelha a pousar numa flor" width="1200" height="313" srcset="https://quintadastilias.com/wp-content/uploads/2020/10/Banner_Blogpost_QdT_2020.10.27-1.jpg 1200w, https://quintadastilias.com/wp-content/uploads/2020/10/Banner_Blogpost_QdT_2020.10.27-1-300x78.jpg 300w, https://quintadastilias.com/wp-content/uploads/2020/10/Banner_Blogpost_QdT_2020.10.27-1-1024x267.jpg 1024w, https://quintadastilias.com/wp-content/uploads/2020/10/Banner_Blogpost_QdT_2020.10.27-1-768x200.jpg 768w, https://quintadastilias.com/wp-content/uploads/2020/10/Banner_Blogpost_QdT_2020.10.27-1-600x157.jpg 600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></h2>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Hidromel, o néctar dos deuses que veio para ficar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 14:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[hidromel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lá nos tempos idos, na Idade Média, regavam-se as gargantas com hidromel. Diz-se que é a bebida alcoólica mais antiga que a humanidade conheceu, que mereceu a admiração de gregos e romanos e sabe-se lá quem mais, porém é impossível definir onde e quando tudo começou. O mel, esse tesouro dourado, é o principal ingrediente. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Lá nos tempos idos, na Idade Média, regavam-se as gargantas com hidromel.</h3>
<p><strong>Diz-se que é a bebida alcoólica mais antiga que a humanidade conheceu</strong>, que mereceu a admiração de gregos e romanos e sabe-se lá quem mais, porém é impossível definir onde e quando tudo começou. O mel, esse tesouro dourado, é o principal ingrediente. Se o vinho lhe roubou algum protagonismo, as referências mais recentes nos livros de “Harry Potter”, “Senhor dos Anéis” e “Robin dos Bosques” e nas séries “Guerra dos Tronos” e “Vikings” devolveram-lhe a importância que sempre teve, inspirando jornalistas a escrever artigos sobre a bebida e também festivais pelo mundo fora. Mas não só: na Quinta das Tílias gostamos de boas histórias e de sabores especiais, por isso temos o Hidromel Afrodite.</p>
<p><iframe title="HIDROMEL Aphrodite" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qDhhAp__oWM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>No Olimpo, onde se decidiam fados e fortunas, também bebiam hidromel, daí se dizer que é o néctar dos deuses. Um produtor de hidromel do outro lado do oceano, no Brasil, resume assim a história: “Ao longo dos séculos, o hidromel estava a ganhar popularidade nas civilizações e era frequentemente relacionado com os deuses, concedendo a reputação de uma bebida milagrosa e sagrada. Os gregos, por exemplo, chamaram-lhe a bebida de Ambrosia ou Néctar e acreditavam que o hidromel poderia prolongar a vida, aumentar a saúde, a força, a virilidade e a inteligência. Para eles, a bebida desceu do céu como orvalho antes de ser recolhida pelas abelhas. Para os vikings, era a bebida preferida dos deuses (e deles também). Os celtas já acreditavam num rio de hidromel que atravessava o paraíso, enquanto os anglo-saxões consideravam o hidromel como a bebida que daria imortalidade, poesia e conhecimento”.</p>
<p><strong>O hidromel nasce da fermentação das leveduras de uma solução diluída de mel, à qual se junta água e, por vezes e dependendo da criatividade ou arrojo do produtor, frutas, ervas, pimentas, flores e até café.</strong> O sabor varia de mel para mel. Se o vinho surge da fermentação da uva, o hidromel, também conhecido como vinho de mel, é obtido pela transformação dos açúcares do mel em álcool. E há uma vantagem no hidromel: não depende de estações do ano para dar corpo e cor a frutas ou cereais, o mel é uma constante durante o ano. Uma garrafa de hidromel (350ml) leva mais ou menos 150 gramas de mel.</p>
<p>A viagem da confecção até ao palato pode durar meses ou prolongar-se por muitos anos, para os mais pacientes, porque dizem que o tempo é amigo do hidromel. Mas também há versões que defendem que após o culminar da fermentação, afastadas as impurezas do líquido, é possível desfrutar desta bebida milenar, muito bem aceite na cultura nórdica.</p>
<p><strong>O hidromel é uma bebida fina e elegante, mais leve do que cerveja e vinho, e que pode ser bebida numa taça chique ou, se tiver à mão, num chifre, assim mesmo à viking. Beber hidromel é viajar no tempo e levitar noutro século.</strong></p>
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